segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

It's a matter of choice...

"Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente

Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro
"

Porque o futuro é feito das nossas escolhas, e seja bonito ou feio, chegamos a ele pelas estradas que escolhemos percorrer.
Aquilo que somos é reflexo das opções feitas no passado, mas aquilo que seremos é construido pelas opções de hoje.
E estando atentos ou não, o nosso "eu" é exactamente moldado "agora", mas apenas vemos o seu resultado "depois".

Por isso, o melhor é prestar atenção às direcções sinalizadas pelo caminho... inclusivé voltar atrás e mudar de destino, se necessário. Só assim garantimos ter como destino aquilo que procuramos.

sábado, 24 de janeiro de 2009

"Pó de Arroz"



E foi isto que se ouviu hoje por estes lados.

Porque é mais do que simples pó de arroz...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Viva Las Vegas



















Hoje queria estar em Las Vegas.... Las Vegas, a cidade da luz, o sítio onde ninguém conhece ninguém mas todos se conhecem, o sítio onde não tenho amigo nenhum mas todos são meus amigos... Tomar todas as decisões baseado em fichas de 5 dólares e em dados, e onde para resolver todos os meus conflitos era só mudar de mesa. Os problemas deixavam de ser problemas, pois bastava ir pedir mais fichas à caixa e tinha o meu sorriso de volta. Aliás, em Vegas eu nunca perderia o sorriso pois todos os dias seriam de festa e seja dia seja noite o objectivo único é "be happy and have fun". Ouvia Rock'n'Roll todo o dia e o ontem seria amanhã e o depois de amanhã seria hoje, simplesmente porque nem iria querer saber que dia é.

Las Vegas é um outro mundo, um outro universo criado em paralelo ao de fora. Sabemos que a realidade desta cidade é uma realidade imaginária, que no fundo não existe, mas que neste momento é um bocado do que eu preciso! Preciso algo de imaginário, algo que me deixe ir fora das regras comuns, que me deixe ser quem eu quero sem que me julguem, e sem que ninguém me bata na cara e me diga "acorda para a vida!". Quero ser ingénuo a esse ponto e deixar-me levar pela fantasia da cidade, pois lá eu sorrirei, e lá tudo irá correr bem, e lá todos sorriem para mim e me põem o braço nos ombros dizendo que "somos os maiores". Porque lá não à inimigos - mas cuidado com o velho da esquerda a deitar a mão às fichas - ,  não há problemas nem aflições. Lá não sentes falta de nada porque tens sempre o teu sorriso verdadeiro contigo, e quem tem um sorriso verdadeiro tem um coração e cabeça serenos e felizes, mesmo que provocados por uma realidade enganosa, mas que neste momento sabia tão bem.

Quero poder correr toda a "The Strip" como se fosse a rua onde vivo, pousar o casaco na entrada do hotel como se fosse o hall de minha casa e deixar-me levar à velocidade da vida por tudo o que a cidade nos oferece de braços abertos, tal e qual como uma avó que nos quer ver sempre contentes, e que tudo dá aos netos só para que gostem dela.


Costuma-se dizer que "o que acontece em Vegas fica em Vegas...". Pois acho que hoje, se eu pudesse, eu aconteceria em Vegas e, portanto, teria de lá ficar para sempre. Quem me conhece não me poderia ver, mas ao mesmo tempo veria-me sempre que quisesse, pois eu estaria em Vegas, e Vegas é para todos. Não teria ninguém comigo, mesmo sentindo não estar sozinho. Ficava sem ninguém mas ao mesmo tempo com toda a gente... E quem sabe se não é para isso que eu tenho jeito? Vou pensar no assunto enquanto peço mais uma bebida e fico atento ao meu Full House...

domingo, 18 de janeiro de 2009

Esquissos de navegante


Sinto-te, mesmo não te tendo perto. Pareces algo que existe mas que não pode ser visto... não com estes olhos carnais, estes com que vejo tudo o resto, na procura. No entanto sei o teu cheiro. Conheço o teu toque e o furacão que ele traz por dentro.

Consigo-te ver fechando os olhos, e admiro-te no teu lago de estrelas, onde te estendes e vagueias serena, parecendo viver um simples sonho de menina.

Estendo-te a mão e tu sorris... mas quanto mais perto me sinto, mais caminho tenho de percorrer. E tu dás-me o mapa de que preciso! E o mapa vem em hieróglifos egípcios, que nem sempre sei interpretar como tu queres.

Mas eu tento... eu tento e esforço-me por tentar. Porque apesar de tudo tu me fazes sorrir. Porque até quando me sinto sozinho no meio de uma multidão, tu me dás a mão e me tiras dali, mesmo eu não te vendo, porque tu estás mesmo não estando, e eu sinto-te não te tocando, e eu te ouço sem tu falando...

E és tu quem dança uma dança que dizes não ser tua, fazendo-o bem demais para quem diz não a possuir. 

E é esta confusão diabólica que me deixa zonzo. Quero-te, sem te poder ter... e tu fazes-me feliz sem sequer o saber.

Talvez eu não deva querer entender tudo isto... Não foi o raciocínio que me trouxe até aqui, e com certeza não será ele quem me mostrará por onde seguir. Sei qual a locomotiva que apanhei... só não sei qual a estação em que devo sair.

Porque nem sempre se é forte e corajoso. Porque às vezes me sinto um menino que precisa de um pouco de colo. Porque se te encontrar não te verei, e quando te vir já tu passaste por mim, e estarei eu num porto, à procura do barco que já partiu...

Mas eu posso nadar até ti! Porque és um mar grande demais para simples remador, mas teus corais são tesouro de gigante estendido até ao céu, que voarei à procura em meu tapete voador.

Nunca me dou a ninguém, e descobri que já nem eu me tenho. Talvez também mereça ser de alguém... Talvez ninguém deva ser de ninguém... No entanto gosto de olhar para mim e ver-te ali também, mesmo quando não estás, pois estamos a escalar uma mesma montanha, e um puxa o outro sempre que preciso, para chegarmos a um cume que não sabemos o que nos reserva.


sábado, 17 de janeiro de 2009

Sem tinta na caneta

Por motivos de força maior descobri que gosto de escrever. Sabendo isso, descobri que gostava de saber escrever. Foi então que senti o difícil que é montar duas ideias em meia dúzia de palavras. É então que descubro algo mais.... Fácil é montar uma ideia ou opinião num texto minimamente engraçado, mesmo que não agrade a todos..... Difícil é escrever aquilo que sentimos e o que nos faz mexer por dentro!
E até tenho aqui dentro algo "entalado" que nem me importava nada de representar num conjunto simples de palavras, mas descobri que, hoje, o máximo que consigo escrever é isto: ....

sábado, 10 de janeiro de 2009

Here comes the Sun

Todos nós levamos a vida em busca daquilo que julgamos ser essencial para viver. Há quem o considere um emprego, uma casa, um carro, umas férias, uma família, uma outra pessoa, ou outras tantas coisas. No entanto todos sabemos que às vezes aquilo que realmente é essencial para a vida são coisas que nós não podemos controlar... coisas como o Sol!

Sem Sol não haveriam plantas, animais nem seres humanos. Sem o Sol nós não teríamos de acordar cedo para trabalhar porque simplesmente não haveria trabalho. Nós nem tão pouco tinhamos de acordar, porque nem sequer teríamos adormecido! Não haveria sequer uma manhã, e a noite seria todo o tempo do mundo...

Daí que o Sol seja um dos símbolos da vida. E como para a vida ser boa é preciso haver felicidade nela, o Sol acabou por estar associado à felicidade e alegria.

Quem está feliz, radia felicidade (como o Sol radia a sua luz...), quem vê alguém que lhe é muito importante, chama-lhe o Sol da sua vida...

No entanto a Terra é redonda, e quando há Sol de um lado, há escuridão do outro. E essa mesma analogia serve para distinguirmos o triste do contente.

Daí todos procurarmos o nosso Sol


E porque o Sol, quando nasce, não nasce para todos... mas hoje ele nasceu para mim! 



domingo, 4 de janeiro de 2009

Fever


Essa "febre" também eu não me importo de ter, mas agora esta febre que a gripe me
trouxe é que não estava no programa!
"You give me fever", mas esta dispensava eu bem

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

That's life

Com certeza que a vida é bela, mas decerto não é a minha... pelo menos não hoje!

hoje eu estou...

Tenho alguma tendência para, ao me cruzar com alguém, cumprimentar com um "Olá, tudo bem?", não esperando no entanto que me respondam à pergunta. É como se a pergunta fosse um sorriso transformado em palavras... um sorriso que se dá para se ser simpático mas que não quer nada em troca, e deixem-me ir que já estou é atrasado...

Depois reparo que não sou o único a fazê-lo, e que todos o fazem sem no fundo quererem ouvir uma resposta sincera e, de preferência, nada elaborada. Até podemos querer saber se a pessoa está bem, mas nesse momento não queremos os detalhes.

Acho que todos temos noção que é uma pergunta de simpatia, e que por muitos problemas que se tenha, não são para ser divulgados como resposta a tal pergunta.  Até sabemos distinguir quando é feita com sinceridade ou por simples amabilidade!

E mesmo que tenhamos caído de um penhasco, batido com as costas no chão e partido meia dúzia de ossos, ao ouvir essa pergunta, respondemos um confiante "sim, está tudo bem", enquanto estamos a sacudir o pó da camisa e a limpar aquele pedacinho de sangue para não deixar mancha na roupa.


Hoje não estou nada bem, mas já que perguntam... sim, está tudo óptimo!